

Educação15 Fevereiro 2008 16:39
Musicalização para Bebês em Belém
Os musicoterapeutas Gilda e Paulo Maia são pioneiros, em Belém, na técnica de familiarizar música na vida de crianças de 1-5 anos. Chamado de “Musicalização para Bebê. Na sala “Irmãos Nobre”, espaço onde acontecem as aulas, na casa dos professores, é realizad o trabalho de estímulo musical.
Com uma música de boas-vindas e cumprimentos básicos, os instrutores começam a aula com o intuito de desenvolver a sensibilização musical nas crianças.
A aula dura em torno de 40 minutos e começa com um “free play”, em que a criança é livre para escolher qualquer instrumento. Numa mesma aula, as crianças escutam diferentes gêneros musicais. Além dos instrumentos de sopro, eles aprendem a manusear instrumentos de teclas.
Ao som de música erudita, MPB, cantigas e marchas, várias historinhas são contadas com a intervenção dos pequenos alunos, que por meio de atividades ingênuas são estimuladas a desenvolver as percepções de pulsação, altura, timbre, intensidade, duração e figuras rítmicas. "Exercícios como palminhas, movimentos corporais e a exploração de objetos como apitos, chocalhos e tambores, ajudam muito nesse processo ", diz Gilda.
O começo - Paulo que é formado em licenciatura em música e Gilda em canto pela UEPA, começaram o projeto de Musicalização para Bebês, aqui em Belém, em março do ano passado, como laboratório para criação de uma monografia. Nesta pesquisa, o casal seguiu a metodologia de profissionais do ramo como Josete Feres, além de outras referências metodológicas que conseguiram através da internet.
Nos Estados Unidos e na Europa a musicalização para bebê é um assunto comum e antigo. No Brasil, foi introduzida em São Paulo há 35 anos. O trabalho tem embasamento e resultados extremamente satisfatórios comprovados por pesquisas científicas. A musicalização para bebês não se propõe, obviamente, a ensiná-los tocar algum tipo de instrumento. “Ela não visa formar um instrumentista, embora contribua para a relação da criança com a música”, disse Gilda. “Aqui na escola de música a gente trabalha os estímulos, o desembaraço e o senso rítmico. Já numa escola musical a criança não tem esse processo de aproximação com a música, até por que o Conservatório Carlos Gomes e a Escola de música da UFPa só aceita crianças a partir dos 5 anos”, afirmou o professor Paulo Maia.
Clique aqui Para saber mais sobre o trabalho de Gilda e Paulo.
Os musicoterapeutas Gilda e Paulo Maia são pioneiros, em Belém, na técnica de familiarizar música na vida de crianças de 1-5 anos. Chamado de “Musicalização para Bebê. Na sala “Irmãos Nobre”, espaço onde acontecem as aulas, na casa dos professores, é realizad o trabalho de estímulo musical.
Com uma música de boas-vindas e cumprimentos básicos, os instrutores começam a aula com o intuito de desenvolver a sensibilização musical nas crianças.
A aula dura em torno de 40 minutos e começa com um “free play”, em que a criança é livre para escolher qualquer instrumento. Numa mesma aula, as crianças escutam diferentes gêneros musicais. Além dos instrumentos de sopro, eles aprendem a manusear instrumentos de teclas.
Ao som de música erudita, MPB, cantigas e marchas, várias historinhas são contadas com a intervenção dos pequenos alunos, que por meio de atividades ingênuas são estimuladas a desenvolver as percepções de pulsação, altura, timbre, intensidade, duração e figuras rítmicas. "Exercícios como palminhas, movimentos corporais e a exploração de objetos como apitos, chocalhos e tambores, ajudam muito nesse processo ", diz Gilda.
O começo - Paulo que é formado em licenciatura em música e Gilda em canto pela UEPA, começaram o projeto de Musicalização para Bebês, aqui em Belém, em março do ano passado, como laboratório para criação de uma monografia. Nesta pesquisa, o casal seguiu a metodologia de profissionais do ramo como Josete Feres, além de outras referências metodológicas que conseguiram através da internet.
Nos Estados Unidos e na Europa a musicalização para bebê é um assunto comum e antigo. No Brasil, foi introduzida em São Paulo há 35 anos. O trabalho tem embasamento e resultados extremamente satisfatórios comprovados por pesquisas científicas. A musicalização para bebês não se propõe, obviamente, a ensiná-los tocar algum tipo de instrumento. “Ela não visa formar um instrumentista, embora contribua para a relação da criança com a música”, disse Gilda. “Aqui na escola de música a gente trabalha os estímulos, o desembaraço e o senso rítmico. Já numa escola musical a criança não tem esse processo de aproximação com a música, até por que o Conservatório Carlos Gomes e a Escola de música da UFPa só aceita crianças a partir dos 5 anos”, afirmou o professor Paulo Maia.
Clique aqui Para saber mais sobre o trabalho de Gilda e Paulo.

Nenhum comentário:
Postar um comentário